O olhar desinteressado, o caminhar pesado, a cabeça fervendo, nas mãos o suor de quem não sabe o que fazer, na garganta um nó, que ninguém sabe quando sumirá, cordas vocais gastas de não falar nada, um jeito tranquilo, mas confuso que só quem entende não se espanta.
A presença de quem não deveria estar ali, uma alma relegada ao nada, excluído social, um João ninguém. Excelentíssimo de nada, catador de ilusões, aquele que tu não queres, aquele que dizem que não presta que só vai estragar tua vida, lobo em pele de cordeiro, pobrezinho não tem que o proteja.
Quem se habilita a ajudá-lo, pois ele não aguenta mais sua vida idiota, onde todos dizem o que é certo, mas não dão oportunidade para ele fazer o certos, na qual ele se presta a viver nas bordas e sobreviver da bondade daqueles hipócritas que dizem que um dia ele será recompensado, que ele ganhará...ganhará o quê? uma morte mais sofrida ainda do que sua vida miserável?
Mas é assim que se vive nesse mundão, tão grande e tão desigual.
A presença de quem não deveria estar ali, uma alma relegada ao nada, excluído social, um João ninguém. Excelentíssimo de nada, catador de ilusões, aquele que tu não queres, aquele que dizem que não presta que só vai estragar tua vida, lobo em pele de cordeiro, pobrezinho não tem que o proteja.
Quem se habilita a ajudá-lo, pois ele não aguenta mais sua vida idiota, onde todos dizem o que é certo, mas não dão oportunidade para ele fazer o certos, na qual ele se presta a viver nas bordas e sobreviver da bondade daqueles hipócritas que dizem que um dia ele será recompensado, que ele ganhará...ganhará o quê? uma morte mais sofrida ainda do que sua vida miserável?
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