
Certa vez me perguntaram o que eu seria quando eu crescesse, respondi que seria uma princesa, mas que loucura uma menina que quer ser princesa, então aos poucos eu percebi que não seria princesa a menos que casasse com um princípe, mas onde encontraria um princípe. Devido a todos os empecilhos resolvi mudar do que ser quando crescer, dessa vez decidi que seria professora ou executiva, pois admirava minhas professoras e achava lindo aquelas executivas nas novelas e filmes, tudo correu bem até descobrir que ser professora não era aquela maravilha que eu pensava, mas ainda admiro todos os professores que tive até hoje, acho uma profissão belíssima, mas percebi que talvez essa não fosse para mim.
Parti para a minha segunda opção que era ser executiva, perguntei a algumas pessoas o que uma executiva faz o que os executivos precisam estudar e então percebei que não me identificava com a profissão. Nesse momento me senti tão perdida, eu sempre soube o que seria e agora eu não sabia mais.
Um belo dia sem pretender conheci a psicologia (que palavra linda) procurei saber do que se tratava o que eu precisaria estudar, como seria ser psicóloga e então fiquei muito inquietada com a possibilidade de ser psicóloga, mas algum tempo depois não tinha certeza, pois também me interessei por outras áreas do conhecimento. No último dia de inscrição para o vestiba, lá estava eu ainda indecisa e naquela pressão de painho me esperando, o diretor perguntando porque eu ainda não tinha escolhido o curso me fizeram escolher psicologia. Quando saiu o resultado do vestibular, que vi meu nome lá na lista de aprovados foi muito emocionante. Desde o primeiro dia de aula já passei por várias crises de identidade e de profissão (será que estou no curso certo?), contudo sinto que me encontrei curso, sinto que posso de alguma forma mudar o mundo, doce fantasia de adolescente.
Parti para a minha segunda opção que era ser executiva, perguntei a algumas pessoas o que uma executiva faz o que os executivos precisam estudar e então percebei que não me identificava com a profissão. Nesse momento me senti tão perdida, eu sempre soube o que seria e agora eu não sabia mais.
Um belo dia sem pretender conheci a psicologia (que palavra linda) procurei saber do que se tratava o que eu precisaria estudar, como seria ser psicóloga e então fiquei muito inquietada com a possibilidade de ser psicóloga, mas algum tempo depois não tinha certeza, pois também me interessei por outras áreas do conhecimento. No último dia de inscrição para o vestiba, lá estava eu ainda indecisa e naquela pressão de painho me esperando, o diretor perguntando porque eu ainda não tinha escolhido o curso me fizeram escolher psicologia. Quando saiu o resultado do vestibular, que vi meu nome lá na lista de aprovados foi muito emocionante. Desde o primeiro dia de aula já passei por várias crises de identidade e de profissão (será que estou no curso certo?), contudo sinto que me encontrei curso, sinto que posso de alguma forma mudar o mundo, doce fantasia de adolescente.
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